As suas coxas, nas minhas coxas estremesse a vós, e eu não consigo dizer um monosilabo qualquer, perco a razão quando você me toca, a sua boca na minha boca, sua pele na minha, é uma porção perfeita... sua língua na minha boca, eu me misturo a saliva e os movimentos se esquentam, ao mesmo tempo aquele frio doido na barriga.... o meu desejo se estica. por que você não me devora? me tira dessa solidão... me abraça me de o chão!
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